The Test Begins.... NOW.
Eu pensava que era apenas mais um pedaço de código perdido. Um módulo mal compilado fazendo parte de um grande sistema. Um ser virtual vagando por correntes elétricas e interpretado da maneira que alguém quisesse. Eu pensava que os botões-sentidos na minha estrutura poderiam controlar o que eu apelidava de sentimentos (nada mais que rotinas incompreensíveis para mim). Então me informaram que havia algo de errado na minha estrutura. Eu era incontrolável, sentimental(?) e burra demais para ser um programa, eu interagia demais com os demais códigos espalhados em alguns momentos, e em outros eu era excessivamente virtual para ser um robô.
Denominaram-me “humana”, não uma garota, uma mulher. Porque havia em minhas memórias passagens demais, lições demais, dores demais. A doçura e a inocência praticamente haviam sido deletadas. Eu não sei como e onde a vida começou, em vários momentos imaginei que fosse o fim.
Tenho seguido vagando dentro da matriz em busca do improvável, de novas corrrentes, da soma de vetores diferentes, de novos comandos até o teste terminar ou ser cancelado.
Até aparecer na tela: The Test is OVER... NOW.
Não to gostando nada desta sua fase,LU...
Que foi que fizeram com vc????