maio 24, 2004

[ O Rouxinol e A Rosa ]

– Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas – lamentou-se o jovem Estudante. – Mas, em todo o meu jardim, não há nenhuma rosa vermelha.

De seu ninho, no alto de um azinheiro, o Rouxinol o ouviu e, admirado, olhou por entre as folhas.

– Nenhuma rosa vermelha em todo o meu jardim – lamentou-se. E seus lindos olhos se encheram de lágrimas. – Ah, como é frágil a felicidade! Li tudo que os sábios escreveram. Sei de todos os segredos da filosofia. Mesmo assim, por falta de uma rosa vermelha, sou um desgraçado nesta vida.

– Enfim, um verdadeiro amante – disse o Rouxinol. – Noite após noite cantei canções em seu louvor, sem nunca tê-lo conhecido. Noite após noite contei sua história às estrelas e agora o vejo. Tem os cabelos escuros como a flor do jacinto e os lábios vermelhos como a rosa que lhe falta, mas a paixão deixou-lhe o rosto pálido como o marfim e a tristeza selou seu semblante.

– O Príncipe dará um baile amanhã à noite – murmurou o jovem estudante – e minha amada estará entre os convidados. Se eu lhe levar uma rosa vermelha, dançaremos até o alvorecer. Se eu lhe levar uma rosa vermelha, tomá-la-ei em meus braços e ela deitará a cabeça em meu ombro e em minha mão pousará a sua. Mas, não há rosas vermelhas em meu jardim. Por isso, eu me sentarei sozinho em um canto e ela nem tomará conhecimento de mim. Ela passará por mim sem me notar e meu coração se partirá.

– Aí está, de fato, o verdadeiro amante – disse o Rouxinol. – As canções que canto, ele as vive em sofrimento. As histórias com que me alegro são as de sua dor. O Amor é mesmo maravilhoso. É mais precioso que os diamantes e mais estimado que a mais fina opala. Pérolas e romãs não podem comprá-lo, nem se pode encontrá-lo nos mercados. Os comerciantes não o vendem e a balança não é capaz de medir seu peso em ouro.

– Os músicos se sentarão em suas galerias – disse o jovem estudante –, farão soar as cordas de seus instrumentos e minha amada dançará ao som das harpas e violinos. E ela dançará tão suavemente que seus pés não tocarão o chão. Os cortesãos, em seus trajes festivos, formarão rodas em torno dela. Mas, comigo ela não dançará, porque eu não tenho uma rosa vermelha para lhe dar.

Atirou-se então na grama, enterrou o rosto nas mãos e caiu em pranto.

– Por que ele está chorando? – perguntou um pequeno Lagarto Verde, ao passar ao seu lado com a cauda levantada.
– É. Por quê? – disse uma Borboleta, que voejava em busca de um raio de sol.
– É. Por quê? – sussurrou uma margarida a outra, a voz suave e delicada.
– Ele está chorando por uma rosa vermelha – disse o Rouxinol.
– Por uma rosa vermelha? – exclamaram. – Que ridículo atroz!

E o pequeno Lagarto, que era um tanto quanto cínico, caiu na gargalhada. Mas o Rouxinol sabia o segredo da tristeza do Estudante e pousou em silêncio no galho de um carvalho, refletindo sobre o mistério do Amor. De repente, ele abriu as asas castanhas e alçou vôo. Passou pelo pequeno bosque como uma sombra, e como uma sombra cruzou o jardim. No centro do gramado, havia uma bela Roseira. E, quando ele a viu, voou em direção a ela e pousou em um de seus ramos.

– Dê-me uma rosa vermelha – pediu – e eu lhe cantarei a mais bela canção.

A Roseira, porém, sacudiu a cabeça.

– Minhas rosas são brancas – respondeu –, brancas como a espuma do mar e mais brancas que a neve que cobre a montanha. Mas vá ter com minha irmã que mora ao redor do velho relógio de sol. Talvez ela tenha o que você quer.

O Rouxinol então voou até a Roseira que morava ao redor do velho relógio de sol.

– Dê-me uma rosa vermelha – pediu – e eu lhe cantarei a mais bela canção.

A Roseira, porém, sacudiu a cabeça.

– Minhas rosas são amarelas – respondeu –, amarelas como os cabelos da sereia que reina em seu trono de âmbar e mais amarelas que o narciso que floresce nos campos antes que o ceifador venha com seu alfange. Mas vá ter com minha irmã que mora embaixo da janela do Estudante.

O Rouxinol então voou até a Roseira que morava embaixo da janela do Estudante.

– Dê-me uma rosa vermelha – pediu – e eu lhe cantarei a mais bela canção.

A Roseira, porém, sacudiu a cabeça.

– Minhas rosas são vermelhas – respondeu –, vermelhas como as patas das rolinhas e mais vermelhas que as grandes flores-de-coral que serpeiam nas profundezas do oceano. Mas o frio do inverno gelou minhas veias, a geada queimou meus botões e a tempestade quebrou meus ramos. Por isso, nenhuma rosa terei este ano.

– Tudo o que eu quero é uma rosa vermelha – desesperou-se o Rouxinol –, uma única rosa vermelha! Será que não há nenhum meio de conseguí-la?
– Há um meio – respondeu a Roseira –, mas é tão terrível que não ouso contar-lhe.
– Conte-me – disse o Rouxinol. – Não tenho medo.
– Se você quer uma rosa vermelha – prosseguiu a Roseira –, terá de cantar à luz do luar até nascer uma rosa, e tingí-la com o sangue de seu coração. Você terá de cantar para mim com o peito comprimido contra um espinho. Por toda a noite terá de cantar para mim com um espinho cravado no coração, até que o sangue que lhe dá vida corra em minhas veias e se torne meu.

– A Morte é um alto preço a se pagar por uma rosa vermelha – queixou-se o Rouxinol –, e a Vida é por todos estimada. Encanta-me pousar na verde relva e contemplar o Sol em sua carruagem de fogo e a Lua em seu rosário de pérolas. Doce é o perfume do jasmim; doces os lírios-do-vale e as magriças que desabrocham nas colinas. Ainda assim, o Amor é melhor que a Vida. E como pode o coração de um passarinho comparar-se ao de um homem?

Ele então abriu as asas castanhas e alçou vôo. Passou pelo jardim como uma sombra, e como uma sombra cruzou o pequeno bosque.

O jovem Estudante continuava estirado na grama, onde ele o deixara, e as lágrimas ainda não haviam abandonado seus lindos olhos.

– Alegre-se – disse o Rouxinol –, alegre-se; você terá sua rosa vermelha. Cantarei à luz do luar até nascer uma rosa e tingí-la-ei com meu próprio sangue. Tudo que lhe peço em troca é que seja um verdadeiro amante, pois o Amor é mais sábio que a Filosofia (e quão sábia é ela...) e mais forte que o Poder (e quão forte este é...). As asas do Amor são da cor do fogo e, como o fogo, colorido é o seu corpo. Doces como o mel são seus lábios e seu hálito é como o incenso.

O Estudante, deitado na grama, levantou os olhos e ouviu, mas não entendeu o que o Rouxinol lhe dizia, pois não era capaz de compreender senão as coisas que se escrevem nos livros. O Carvalho, porém, entendeu. E se entristeceu, porque muito estimava o pequeno Rouxinol que um dia havia feito um ninho em seus galhos.

– Cante-me uma última canção – suplicou –, sentirei muita solidão quando você partir.

O Rouxinol então cantou para o Carvalho, e sua voz era como água vertendo de um jarro de prata. Quando o Rouxinol terminou sua canção, o Estudante levantou-se e sacou de seu bolso um caderno e um lápis.

Ele tem método – pensou o estudante, enquanto atravessava o pequeno bosque a caminho de casa – isso não se lhe pode negar; mas terá sentimento? Temo que não. Na verdade, ele é como a maioria dos artistas: sobra-lhe estilo e lhe falta sinceridade. E não se sacrificaria por outros, pois pensa apenas na música. Todo mundo sabe que a arte é egoísta. Não obstante, deve-se admitir que há belas notas musicais em sua voz. É uma pena que nada signifiquem e que de nada sirvam.

Entrou então em seu quarto, deitou-se em sua cama de palha e começou a pensar na amada. Um pouco depois, adormeceu.

E quando a Lua brilhou no céu, o Rouxinol voou até a Roseira e lançou-se de encontro ao espinho. Por toda a noite ele cantou com o espinho em seu peito, e a fria Lua de cristal inclinou-se e escutou. Por toda a noite ele cantou, o espinho cravando cada vez mais fundo no peito, até que seu sangue se exauriu.

Ele primeiro cantou o amor que nasce no coração de dois jovens. E no mais alto ramo da Roseira, uma linda rosa desabrochou. Uma a uma, as pétalas despontavam, assim como uma a uma soavam as canções. De início, a rosa era alva como a bruma que cobre o rio – alva como a face da manhã e cor de prata como as asas da aurora. Reflexo de uma rosa em um espelho de prata ou em uma lagoa de cristal, assim era a flor que nasceu no mais alto ramo da Roseira.

Mas a Roseira rogou ao Rouxinol que apertasse ainda mais o peito contra o espinho.

– Aperte mais, pequeno Rouxinol – disse a Roseira –, ou o dia nascerá antes que a rosa esteja pronta.

O Rouxinol então pressionou ainda mais o peito contra o espinho. E cada vez mais alto soava sua música, pois cantava a paixão que nasce na alma de um homem e de uma donzela.

As pétalas coraram-se de um delicado tom de rosa, como o que cora a face do noivo quando ele beija os lábios da noiva. Mas, como o espinho ainda não atingira o coração do passarinho, o da rosa continuava branco, pois apenas o sangue do coração de um Rouxinol pode enrubescer o coração de uma rosa.

E a Roseira rogou ao Rouxinol que apertasse ainda mais o peito contra o espinho.

– Aperte mais, pequeno Rouxinol – disse a Roseira –, ou o dia nascerá antes que a rosa esteja pronta.

O Rouxinol então pressionou ainda mais o peito contra o espinho. E o espinho tocou seu coração, infligindo-lhe uma dor atroz. Cruciante, intolerável era a dor e cada vez mais frenética era a música, pois que ele cantava o Amor que a Morte torna perfeito, o Amor que no túmulo não morre.

E a linda rosa era agora escarlate, como a rosa que nasce no leste. Escarlate era a coroa de pétalas e rubro como um rubi era o seu coração.

Mas a voz do Rouxinol ficou mais fraca. Suas asinhas começaram a bater e uma fina névoa embaçou-lhe os olhos. Cada vez mais baixo ele cantava, e sentia algo a lhe apertar a garganta.

Então de seu peito irrompeu uma derradeira explosão de música. A Lua muito branca escutou-a e esqueceu-se da aurora, demorando-se no céu. A rosa vermelha escutou-a e, toda trêmula em êxtase, abriu suas pétalas no ar frio da manhã. Eco a conduziu até sua púrpura caverna nas colinas e acordou de seus sonhos os pastores adormecidos. Ela flutuou por entre os juncos do rio, que levaram sua mensagem ao mar.

– Veja! Veja! – exclamou a Roseira – A Rosa está pronta.

Mas, o Rouxinol nada respondeu, pois jazia morto no gramado com o espinho cravado no coração.

Ao meio-dia, o Estudante abriu a janela do quarto e espiou lá fora.

– Ora essa! Que sorte incrível! – exclamou – Uma rosa vermelha bem aqui! Nunca vi uma rosa como esta em toda minha vida. É tão deslumbrante que certamente deve ter um nome bem comprido em latim.

Então inclinou-se e arrancou a flor. Depois colocou seu chapéu e, com a rosa na mão, correu até a casa do Professor. Sentada à porta com seu cachorrinho deitado a seus pés, estava a filha do Professor, enovelando um carretel de seda azul.

– Você disse que dançaria comigo se eu lhe trouxesse um rosa vermelha – lembrou-lhe o Estudante. – Aqui está a rosa mais vermelha do mundo. Você vai usá-la junto ao peito esta noite e, quando estivermos dançando, ela lhe dirá quão grande é o meu amor por você.

A garota franziu as sobrancelhas.

– Não creio que ela combine com meu vestido – respondeu. – Além disso, o sobrinho do Tesoureiro da Cidade enviou-me jóias de verdade. E todo mundo sabe que jóias custam muito mais que flores.

– Palavra de honra que você é muito ingrata – disse o Estudante, nervoso.

E atirou na rua a rosa, que foi parar na sarjeta, onde acabou esmagada pela roda de uma carroça qualquer.

– Ingrato! – exclamou a garota. – Sabe de uma coisa? Você é muito grosseiro. Além do mais, não passa de um Estudante. E nem ao menos usa sapatos com fivela de prata, como os do sobrinho do Tesoureiro. Inacreditável!

Levantou-se então da cadeira e voltou para dentro de casa.

– Que tolice é o amor – refletiu o Estudante, enquanto retornava. – Não tem nem a metade da utilidade da Lógica. Além de não provar coisa alguma, está sempre iludindo as pessoas e fazendo-as acreditar em inverdades. Com efeito, não tem praticidade alguma. E, como hoje em dia praticidade é tudo, voltarei à Filosofia, vou estudar Metafísica.

De volta ao seu quarto, o Estudante retirou da prateleira um grande e empoeirado livro e começou a ler.

Oscar Wilde.


Por Musa Louca em 24.05.2004 - 08:29 AM
Comentários

Comment sobre o post anterior

Salvador.... sabe q eu nunca tinha parado pra pensar de onde vc era... bem... salvador sempre me sonou como uma cidade legal... nao conheço. Do nordeste me limito a Porto Seguro, Fortaleza e cidades pequenas. Agenda cheia é sempre bom sinal.
Adorei seus textos ali de baixo... espero q apareça de vez em quando.

Posted by: Hamithat em maio 24, 2004 09:23 AM

MUSA do céu!!
Que texto é este???
LINDO!!!!!
Beijos!!

Posted by: DO em maio 24, 2004 09:45 AM

Simplesmente o que precisava para abrir a segunda. É estranho o quanto as pessoas não se importam com os pequenos indícios de amor, sendo que eles, são na verdade, os mais nobres, belos e grandes motivos de manifestação do mesmo. Assim como o Rouxinol deu seu sangue à Roseira para ter uma linda rosa vermelha. Vou pensar sobre isto.


Tenha uma boa semana, linda menina. ^_^

Beijos.

Posted by: Matt em maio 24, 2004 11:06 AM

mto lindo Lu... ele pensou q podia ganhá-la com simples rosas vermelhas, naum? infelizmente, eu jah sabia o final. pois em meu peito ainda tenho cravado o espinho de algumas rosas...

Posted by: Carlos em maio 24, 2004 02:06 PM

Ah não Lu, eu gosto de finais felizes..snif
Mas, e o jeito né ?
Beijo

Posted by: Laís em maio 24, 2004 05:22 PM

Caramba! O mulherzinha mais sem graça... Não foi tocada pelo ato romântico do grande estudante!

Posted by: Mandraque em maio 24, 2004 10:12 PM

Outra coisa... Esse texto é muito atual! Vemos cenas como essa quase que diariamente... Horrível...

Posted by: Mandraque em maio 24, 2004 10:13 PM

É muito lindo... o triste é o rouxinol se submeter ao ato em si e o estudante não ter sacado e valorizado, ele e a garota foram mto insensíveis... o estudante ainda tem mto a aprender... linda d+ a parte q descreve o nascimento e a coloração da rosa com o rouxinol... eu acho que não havia leido este texto... sei q o Oscar Wilde é bem famoso e se não me engano apenas lançou um livro em vida... mas enfim, adorei! Abraços

Posted by: Pathy em maio 24, 2004 10:48 PM

sem palavras, muito bonitinho =) e muito enorme também, risos.
Lu, se eu pedir pela terceira vez o seu endereço vc vai me achar mt chate e relaxada? é que agora ja esta tudinho lacradinho no envelope e tcharam....falta o endereço do destinatario, risos...nao da pra colocar endereçado a srta musa louca né?! =/ Ai Lu, desculpe, mas nao sei onde coloquei, de novo, preciso de uma agenda, urgente urgentissimo =/
bjus querida

Posted by: Juju =) em maio 25, 2004 02:10 AM

Noosa, que texto maravilhoso!!! Uma hora o garoto está chorando pelo amor da garota, e outra hora se sente iludido pelo amor, e joga-o fora como jogou a rosa vermelha a qual o rouxinol havia se sacrificado... Triste, porém encantador...
Teria algum problema em copiar? Se houver, avise-me, por favor, estava querendo botá-lo em meu blog... Beijos...

Posted by: Mariana em maio 25, 2004 05:18 AM

Oi Lú, coloquei a música dos Paralamas lá, incrível, é o resumo perfeito do conto,rsrsrs. E linkei seu post pra o caso de alguém querer conferir. Bjs!

Posted by: Paulo Schaun em maio 25, 2004 09:58 AM

Ufa, demorou mas consegui chegar ao final. :-) Muito bem escrita, combina com seu estilo..E no final de contas o autêntico amor era só sentido pelo rouxinol...sábia lição. E vc...já aprendeu a sua ?? rs....
Um beijo.

Posted by: Beto em maio 25, 2004 12:17 PM

O amor e seus significados... A verdade é q ninguém compreende realmente o q é amar. Muito bonito o texto!

Musa, to vendo q estas fazendo uns projetos com as músicas do Lenny Kravitz. Amo a baladinha "It Ain't Over Til It's Over", aliás no clipe novo do cara, essa música toca quando ele desce no elevador, já reparou?

Tenha uma ótima semana, bjs

Posted by: Diogo em maio 25, 2004 12:58 PM

oscar wilde eh massa
eu ja vi um filme da biografia dele e um filme q num vo lembra o nome baseado numa peça dele
mto belo mesmo o texto boas escolha
tipo entre tantas letras as vzs tao obvios q c posta em tantos blogs por ae
um lance difrente e bao pra variar e aprender
bjs boa semana

Posted by: Betow em maio 25, 2004 01:17 PM

Sera que ele escreveu essa antes ou depois dos trinta e cinco quando decidiu comecar a engatar a marcha-a-re? ;p

Posted by: Zen em maio 25, 2004 01:47 PM

Oia!
Bacana hein?
Muito bom mesmo.
Vc já ouviu a história da rosa azul? Não tem a ver, mas é q lembrei dela...
beijos 1000

Posted by: Troscoman em maio 25, 2004 02:26 PM

Tanto sacrifício para no fim ser desprezado...triste. Mas este é o amor dos homens...não sabemos de fato o que é este sentimento. O que chamamos de amor geralmente é o reflexo de nossos medos, egoísmo e frustrações compensadas no próximo que corresponde a mesma vibração.
Deve ter tido um bom motivo para postar este longo texto...paz no coração querida.
Beijos.

Posted by: Leandro em maio 25, 2004 02:57 PM

Esse conto casou perfeitamente com o meu momento desacreditado do amor... enfim... viver é difícil!!!!! Olha... Meu blog está com um problema, nao sei porquê! Mas quando vc entrar lá, talvez não consiga ver o post mais atual, assim, para vê-lo só clicando em arquivos do mês de maio, na lateral. Espero que esse problema seja provisório.. afff!!!! =P Beijos e girassóis, Rah

Posted by: My_GirL em maio 25, 2004 04:07 PM

Oi Lu!!!
Saudades de vc!
Um pouco triste, porém muito bonito o texto! Nem tudo sai como esperamos né?!

Bjos!

Posted by: Julio em maio 26, 2004 12:27 AM

Eu espero que esteja tudo bem. Eu fiquei preocupado. Eu estou preocupado. Espero que não tenha sido nada grave. Se precisar de alguma coisa, é só me dizer.

Vou ficar apreensivo até ter notícias suas.

Beijos. ^_^

Posted by: Matt em maio 26, 2004 10:28 AM

Acho que é por isso que tenho medo de amar.
Amor é um sentimento muito bonito, mas traz sofimento quando não é correspondido.
Tenho medo de amar e sofrer, mas sofro porque alguém me ama e eu não o amo.

Posted by: Dri em maio 26, 2004 10:30 AM

Elope me with Miss Private and we'll sail around the world
I will be your Ferdinand and you my wayward girl

Posted by: de castilhos em maio 26, 2004 12:15 PM

Nao vou dizer que li o post porque antes da metade eu me canso.. Mas sei que muitos vão gostar. Mas é um lance,, Tipo.. A gente quer saber de você e sobre você.. Não contra Oscar, mas ele não tem nada a haver com sua vida.. Sabe.. Eu sou meio sincero e isso as vezes machuca.. Me desculpa.. Eu te adoro tá.. Não fica chateada comigo...

Posted by: Deus em maio 26, 2004 02:59 PM

Hi...nice journal!!!

Posted by: Samuel em maio 26, 2004 05:32 PM

Acompanho seu blog há um tempinho ( acho que foi quando vc falou do Suede) mas só agora resolvi comentar... esse texto de Oscar Wilde é maravilhoso.

Posted by: Bruno Alencar em maio 26, 2004 08:37 PM

Como vai namorada-de-mentirinha?
Beijo gostoso

Posted by: Vi em maio 26, 2004 10:52 PM

Essa menina é uma assassina,o rouxinol morreu para ela dar um pouco de felicidade ao seu amigo, e seu sacrifício é apagado pela ingratidão dela...

Posted by: @njinh@ em maio 27, 2004 12:52 PM

mas ainda tah aqui...vamu produzir muieh! ;)

Posted by: Zen em maio 27, 2004 02:06 PM

Tá, eu é que tô com frio, viu... Tá só 7 graus. Será que eu vou virar sorvete? Ah, mas lembrei agora... Seu sorvete favorito é de Flocos. Não de Mateus..rs

Beijos (e eu sei que tá corrido por aí...)

Posted by: Matt em maio 27, 2004 07:51 PM

Só para lhe deixar uma coisa: PARABÉNS! Você merece, viu? E muita, mas muita boa sorte. ;-)

Beijos, menina linda.

Posted by: Matt em maio 28, 2004 09:26 AM

tomei a liberdade de copiar o texto. tô mandando pra umas amigas... elas precisam ler iso, hehehe. bjo.

Posted by: Ricardo Branco em maio 28, 2004 08:42 PM

show seu blog, visite o meu e conheça a cidade mais louca da net http://www.javalinha.blogger.com.br/

Posted by: rolandopaulo em maio 29, 2004 04:43 PM
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